Entidades da Unifesp: 30 de Maio em defesa da educação!

NOTA CONJUNTA DAS ENTIDADES DA UNIFESP A FAVOR DA EDUCAÇÃO – ATO 30 DE MAIO Em apenas cinco meses de Governo Bolsonaro, ocorreu uma sucessão de ataques à Universidade Pública e à autonomia universitária. O contingenciamento de 30% nas Universidades Federais fará com que o ensino superior e as pesquisas fiquem estagnadas e, desse modo, não conseguiremos avançar em ensino, pesquisa e extensão. Esses cortes … Continuar lendo Entidades da Unifesp: 30 de Maio em defesa da educação!

NÃO À INTIMIDAÇÃO DO GOVERNO E DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO AOS PROFESSORES E PROFESSORAS!

A Associação dos Docentes da Unifesp (Adunifesp-SSind) vem a público expressar sua indignação e repúdio às recentes declarações do governo e especialmente do Ministro da Educação sobre a importância das Ciências Humanas no ensino superior, nas áreas citadas de Filosofia e Sociologia, assim como aos ataques à autonomia universitária e à liberdade de cátedra, incentivando intimidação e censura dentro das salas de aula.

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NOTA de SOLIDARIEDADE

Os docentes da Unifesp reunidos em Assembleia Geral no dia 22 de abril de 2019 manifestam sua solidariedade à Camila Marques, professora do Instituto Federal de Águas Lindas-GO e Coordenadora Geral do Sinasefe, pelo cerceamento de liberdade sofrido em 15 de abril. Com o objetivo de proteger seus alunos contra a ação arbitrária da Polícia Civil no campus a professora acabou sendo detida. Repudiamos a … Continuar lendo NOTA de SOLIDARIEDADE

Nota de solidariedade às (os) trabalhadoras (es) do RU do campus Baixada Santista da Unifesp

A Associação dos Docentes da Unifesp (ADUNIFESP-SSind), vem a público manifestar sua solidariedade às/aos trabalhadoras/es contratadas/os pela empresa Prato Certo, que presta serviços ao Restaurante Universitário do Campus Baixada Santista da Universidade Federal de São Paulo. Desde ontem, 08 de abril de 2019, as/os trabalhadoras/es paralisaram suas atividades. Além de melhores condições de trabalho (são apenas seis para atender diariamente a mais de 700 estudantes; … Continuar lendo Nota de solidariedade às (os) trabalhadoras (es) do RU do campus Baixada Santista da Unifesp

PREOCUPAÇÕES COM A REFORMA DA PREVIDÊNCIA

PREOCUPAÇÕES DA ADUNIFESP-SSIND COM A REFORMA DA PREVIDÊNCIA E OS EFEITOS NOCIVOS SOBRE OS DOCENTES DO ENSINO SUPERIOR PÚBLICO 

Considerando as informações veiculadas pela imprensa, pelos sindicatos e associações de classe, ainda sem o projeto/texto oficial da Reforma da Previdência apresentado ao Congresso, a Adunifesp-SSind manifesta-se preocupada com os seguintes pontos:

1. LIMITAÇÃO DO ACESSO À APOSENTADORIA

  • Idade mínima de 65 anos para homem e 62 para mulher (para atingir 100% do benefício). Atualmente é de 60 anos para homem e 55 para mulher;
  • Tempo de contribuição de 40 anos (para atingir 100% do benefício). Atualmente o tempo é de 35 anos para homem e 30 para mulher;
  • Para servidores públicos o tempo mínimo de contribuição passa a ser de 25 anos. Atualmente é de 15 anos.

2. DIMINUIÇÃO DO VALOR DOS BENEFÍCIOS PREVIDENCIÁRIOS E ASSISTENCIAIS

  • Para os servidores públicos, que contribuem com 11% de seu salário, admitidos entre 2003 e 2012 ? aposentadoria no valor de 80% da média dos salários dos contribuintes; e para os admitidos a partir de 2013 ?recebe o teto do INSS (R$5.189,82) como aposentadoria. Ou seja, valores inferiores aos patamares da carreira (da base para contribuição)e ainda relaciona-se com efeitos negativos de outras políticas, como por exemplo, a reforma trabalhista que pode afetar a base da contribuição previdenciária ao achatar os salários base de cálculo;
  • Regras de transição: o trabalhador com mais de 50 anos, se homem; ou 45, se mulher, que poderão se aposentar antes dos 65 anos, desde que cumpram o restante do tempo de contribuição vigente com acréscimo de 50%.

3. LIMITAÇÃO/PROIBIÇÃO DO ACUMULAÇÃO DE BENEFÍCIOS

  • Limita acúmulo de pensão e aposentadoria, com desconto progressivo. Atualmente é permitido o acúmulo de pensões em valores integrais. Distante de um privilégio, especialmente o acúmulo de pensão de morte do cônjuge e aposentadoria, o benefício garante a sobrevivência familiar nas faixas de baixa renda.

4. AUMENTO DA CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA

  • A contribuição pode chegar até 22% para os servidores ativos, aposentados e pensionistas. Atualmente a alíquota é fixa em 11%.

5. PRIVATIZAÇÃO DA PREVIDÊNCIA

  • Criação de sistema de capitalização a ser regulamentado por lei complementar. Esse regime, na prática, é a privatização da Previdência, que deixa de ser social e pública, para ser feita por fundos de pensão privados. Como num plano de saúde, o trabalhador contribui individualmente. O governo não contribui, nem as empresas. Atualmente a Previdência conta com a contribuição da empregadora, governo e trabalhador.

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NOTA DE PESAR PELA PERDA DE ANTÔNIO ROBERTO ESPINOSA

Perdemos no dia 25 de setembro de 2018 nosso colega e amigo Antônio Roberto Espinosa docente do campus Osasco da Unifesp. Espinosa dedicou sua vida à luta por uma sociedade mais justa e livre, defendia de maneira arraigada e profundamente convicta seus princípios e valores, tanto nas questões de fundo da vida nacional, como nas questões mais corriqueiras da vida universitária. O cinismo e a … Continuar lendo NOTA DE PESAR PELA PERDA DE ANTÔNIO ROBERTO ESPINOSA

Medida Provisória 849/18 tenta adiar para 2020 a 3ª e última parcela do nosso “reajuste” salarial previsto para agosto/2019


O governo publicou no sábado, dia 01 de setembro de 2018, a Medida Provisória 849/18, que tenta adiar para 2020 as mudanças nas tabelas remuneratórias de 2019 dos Servidores Públicos Federais (SPF) do Poder Executivo, e, portanto, afetará os docentes federais.

Em termos práticos, essa medida provisória é uma tentativa de adiar para o ano de 2020 a 3ª e última parcela do nosso “reajuste” salarial previsto para agosto/2019, conforme a Lei 13.325/2016.

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Incêndio no Museu Nacional: uma tragédia anunciada pelo descaso do atual governo com a cultura, educação e ciência

A Associação dos Docentes da Universidade Federal de São Paulo (Adunifesp-SSind) vem a público manifestar sua indignação com a irreparável perda para educação e ciência ocasionada pelo trágico incêndio do Museu Nacional. Referência internacional em pesquisa em ciências humanas e naturais o Museu Nacional no Rio de Janeiro, fundado em 1808, pertencente a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) teve seu acervo consumido pelas chamas numa tragédia anunciada pelas condições de financiamento da educação, cultura e serviços públicos nacionais, política do atual governo que deixou a UFRJ e o Museu Nacional com orçamento completamente insuficiente para sua manutenção e cuidado.

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