
Caros parlamentares,
escrevemos com uma solicitação urgente tendo em vista a atual conjuntura de desmonte dos serviços públicos.
Entre os meses de agosto e setembro de 2017 foi anunciado a imprensa e ao público em geral, pelos ministros do planejamento, Dyogo Oliveira, e da fazenda, Henrique Meirelles, uma série de medidas que visam sustentar a política econômica de ajuste fiscal implementada pelo governo atacando diretamente os direitos conquistados pelos servidores públicos.
As medidas estão sistematizadas em apresentação do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MPOG) denominada “Programação Fiscal 2017-2018” entre elas destacamos:
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Postergar reajustes salariais acordados para 2018 e cancelar qualquer reajuste futuro – medida que na prática reduz o salário do servidor pois sem reajuste, nem mesmo aquele já acordado, os salários sofrem com as perdas inflacionárias do período;
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Aumentar a alíquota de contribuição previdenciária de 11% para 14% – medida que também reduz salário pois um aumento da contribuição nessa ordem se traduz em diminuição de 3% na folha de pagamento;
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Reestruturação da carreira criando teto inicial de R$ 5mil e ampliando para 30 “steps” ou níveis de progressão/promoção – medidas que afetam significativamente e de maneira depreciativa a remuneração e a possibilidade de evolução na carreira do servidor público federal, que ficaria pelo menos 30 anos para alcançar o ponto máximo de progressão.
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