ANDES-SN se mobiliza para a Campanha pela Anulação da Reforma da Previdência

Sindicato Nacional enviará materiais que fazem parte da Campanha Reforma da Previdência Comprada Tem Que Ser Anulada para as Seções Sindicais, a partir desta quarta (20)

Os materiais para coleta de assinaturas da Campanha Reforma da Previdência Comprada Tem Que Ser Anulada foram enviados pelo ANDES-SN para as seções sindicais nesta quarta-feira (20), junto com as orientações para a organização do abaixo-assinado, tanto no modelo eletrônico quanto no impresso. O Sindicato Nacional reforça a importância da adesão, mobilização e participação de toda a categoria. Os cartazes que compõem a campanha foram encaminhados às seções em fevereiro.

As entidades estão sendo orientadas a disponibilizarem locais de coleta de assinaturas e a incorporarem a campanha em cada um das atividades realizadas. O roteiro com as principais informações sobre os procedimentos para a coleta de assinaturas de papel pode ser acessado aqui. O abaixo assinado de papel pode ser visto aqui.

O abaixo-assinado eletrônico encontra-se alojado na internet no site Petição Publica Brasil que disponibiliza um serviço público gratuito para (abaixo-assinados petições públicas) online e pode ser assinado aqui.

O documento é veiculado pelo Fórum Nacional das Entidades dos Servidores Públicos Federais, do qual o ANDES-SN faz parte, entidades representativas de Servidores Públicos Estaduais e Municipais, CSP-Conlutas, Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) e Auditoria Cidadã da Dívida. Possíveis dúvidas podem ser enviadas para os e-mails auditoriacidada@gmail.com e assessoria@cspconlutas.org.br.

O abaixo-assinado reivindica o “reconhecimento da nulidade da Reforma da Previdência de 2003 (PEC 41), devido à comprovação de compra de votos que viabilizou sua fraudulenta aprovação no Congresso Nacional, conforme decidido pelo Supremo Tribunal Federal em julgamento do processo intitulado ‘mensalão’, que condenou vários ex-integrantes do governo e partidos de sua base aliada”. O texto afirma ainda que “este ano nulo não pode continuar vigorando e provocando nefastos efeitos contra trabalhadores (as) brasileiros (as)”.

Também está prevista a realização de um ato público nacional, sem data definida, para a entrega dos abaixo-assinados.

*Com informações da CSP-Conlutas

Fonte: ANDES-SN