Arquivo mensais:agosto 2017

Frente parlamentar debate crise orçamentária nas universidades públicas

por Vinícius Moreira – Foto: Marco Antônio Cardelino (notícia publicada em 30/08 no site da ALESP)

A falta de investimentos nas instituições universitárias foi o principal tema abordado em reunião realizada nesta quarta-feira (30/8), na Assembleia Legislativa. O encontro reuniu representantes de universidades federais, estaduais, municipais, além das fundações públicas.

Membro da Associação dos Docentes da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), o professor Rodrigo Medina Zagni criticou o contingenciamento dos recursos em educação. “Hoje as universidades federais têm mais de 7,8 milhões de estudantes, um número bastante significativo. Somente em 2016, cerca de 228 mil alunos ingressaram nestas faculdades. Além disso, 60% deste número pertence às classes D e E. Precisamos de investimentos”, explica.
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IX Consintunifesp: resistir e lutar

Entre os dias 23 a 26 de agosto de 2017 foi realizado o IX Congresso do Sindicato dos Trabalhadores da Unifesp (IX Consintunifesp) com o objetivo de discutir junto a categoria dos técnicos administrativos e educação – representados por delegados eleitos em assembleias – o contexto político-social de desmonte dos serviços públicos como saúde e educação, e a partir das discussões e reflexões construir o plano de lutas da entidade.

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Pelo reenquadramento dos docentes provenientes de outras universidades federais

O ingresso dos docentes na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), mesmo provenientes de outras Instituições Federais de Ensino Superior, ocorre no primeiro nível de vencimento da classe A, sem continuidade na carreira do Magistério Superior.

Como trata-se de um plano de carreira comum a todas universidade federais, a Associação dos Docentes da Unifesp (Adunifesp-SSind) defende e reivindica além do reconhecimento e reenquadramento dos docentes na classe, patamar e nível pertinente, que sejam pagos aos docentes todos os valores retroativos referentes à diferença entre os vencimentos do enquadramento na classe que ingressaram e a classe que ocupavam na Instituição Federal de Ensino Superior de origem.

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Moção das Entidades da Unifesp em repúdio à participação truculenta da Polícia Militar na Audiência Pública no campus Baixada Santista

As entidades representantes das categorias da Unifesp – Associação dos Docentes (Adunifesp), Sindicato dos Trabalhadores (Sintunifesp), Associação dos Pós-Graduandos (APG-Unifesp) e Comitê de Mobilização dos Estudantes – vêm a público manifestar-se em repúdio à participação truculenta da Polícia Militar durante a Audiência Pública convocada pelo Conselho Estadual da Condição Humana para discutir o texto do Plano Estadual de Educação em Direitos Humanos de São Paulo em 11 de agosto de 2017.

Depois de perderem uma proposta, militares agrediram verbalmente professores e estudantes. Nas votações subsequentes, intimidaram-nos fazendo pessoalmente a contagem dos votos e filmando, fotografando e olhando de modo ameaçador cada um que votava contra a posição deles.

Nesse sentido solicitamos uma posição da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo, bem como uma apuração e providências pela Corregedoria do Estado de São Paulo e Ouvidoria da Polícia Militar sobre a natureza da participação dos membros da polícia militar na referida audiência.

Entidades da Unifesp reunidas em Plenária Comunitária no dia 16/08/2017

Moção das Entidades da Unifesp em defesa do Hospital São Paulo

As entidades representantes das categorias da Unifesp – Associação dos Docentes (Adunifesp), Sindicato dos Trabalhadores (Sintunifesp), Associação dos Pós-Graduandos (APG-Unifesp) e Comitê de Mobilização dos Estudantes – vêm a público manifestar-se em defesa do Hospital São Paulo, com as pauta de retomada imediata e permanente do repasse da verba do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (REHUF) e a ampliação do orçamento destinado ao Sistema Único de Saúde (SUS).

Entendemos que o repasse do Ministério da Educação anunciado no dia 15 de agosto de 2017 de R$ 10,8 milhões como compensação financeira pela suspensão das verbas do REHUF não alteram significativamente o quadro de insuficiência orçamentária crônica do HSP (dívida chega a R$ 120,00 milhões), muito menos indica qualquer reversão no quadro de ataques ao serviço público da saúde. Os problemas se acumulam e se estendem por todas as dimensões do hospital prejudicando desde o atendimento ao público, às condições de trabalho dos servidores e celetistas, assim como de ensino e pesquisa dos residentes.

Nesse sentido reforçamos a defesa do Hospital São Paulo e do serviço público de saúde.

Entidades da Unifesp reunidas em Plenária Comunitária no dia 16/08/2017

Moção das Entidades da Unifesp em repúdio à proposta de alteração do Projeto da UNILA

As entidades representantes das categorias da Unifesp – Associação dos Docentes (Adunifesp), Sindicato dos Trabalhadores (Sintunifesp), Associação dos Pós-Graduandos (APG-Unifesp) e Comitê de Mobilização dos Estudantes – vêm a público manifestar-se em repúdio à emenda aditiva n. 55 à MP 785/2017, proposta pelo deputado Sérgio Souza (PMDB/PR), por ferir a autonomia universitária assegurada pela LDB e pela Constituição Federal, ao impor total alteração do projeto e missão da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA), com sede em Foz do Iguaçu (PR).

A UNILA foi criada pela lei Lei 12.189/10 aprovada por unanimidade no congresso Nacional, “tendo como missão institucional específica formar recursos humanos aptos a contribuir com a integração latino-americana, com o desenvolvimento regional e com o intercâmbio cultural, científico e educacional da América Latina, especialmente no Mercado Comum do Sul – MERCOSUL”.

A Emenda Aditiva representa forte afronta ao Estado Democrático de Direito, agravada pelo subterfúgio de escamotear a extinção de uma universidade numa Medida Provisória que trata de tema de natureza absolutamente distinta – no caso, o Fundo de Financiamento Estudantil (FIES).

Nesse sentido reforçamos o repúdio à emenda aditiva que ataca o projeto da UNILA e manifestamos completo apoio à universidade, seu projeto e identidade.

Entidades da Unifesp reunidas em Plenária Comunitária no dia 16/08/2017

Nova Diretoria da Adunifesp: renovados os compromissos com a categoria docente e com a educação pública

No dia 21 de agosto de 2017 foi realizada a Solenidade de Posse da nova diretoria da Associação dos Docentes da Unifesp (Adunifesp-Ssind) que atuará pelo período 2017-19. Estavam presentes representantes das Entidades da Unifesp – CA/DCE; Sintunifesp; APG-Unifesp –, representante da Associação dos Docentes da USP, da seção regional do ANDES-SN, autoridades da Unifesp, pró-reitores e a magnífica reitora, os parlamentares Deputado Federal Ivan Valente, Deputado Estadual Carlos Neder e Deputado Estadual Carlos Giannazi além de amplo público composto pela comunidade universitária da Unifesp.

Durante a solenidade foi realizado um balanço da gestão que se encerrou com destaque para a superação de um período de crise por conta do embate político com o Ministério do Planejamento que descredenciou uma série de entidades de classe, entre elas a Adunifesp-Ssind, também pela defesa das condições de trabalho da categoria docente em meio a um contexto de ampla e generalizada crise orçamentária como parte de um projeto de desmonte das universidades públicas e a retomada do Conselho de Entidades da Unifesp, espaço fundamental de união e luta conjunta das categorias da universidade.

A partir do balanço político e análise da difícil conjuntura que enfrentamos renovaram-se as bandeiras e pautas, especialmente em defesa da categoria docentes, da educação e saúde pública, do Hospital São Paulo e dos servidores públicos federais.

Portanto, a solenidade de posse foi marcada não só pela transição burocrática entre as gestões mas por um debate político de qualidade, um ato político fundamental de renovação do compromisso da categoria docente com a educação pública. Deste modo multiplicaram-se os votos pela continuidade da luta por parte da Adunifesp-SSind.

Adunifesp-SSind

Governo Federal revê meta fiscal e ataca direitos dos servidores públicos

Por ANDES-SN

Dando sequência aos ataques contra a classe trabalhadora, o governo federal apresentou nessa terça-feira (15) a revisão da meta fiscal para 2018 e uma série de medidas que retiram direitos dos servidores públicos e intensificam o desmonte dos serviços públicos, facilitando a privatização e mercantilização de setores como Saúde, Educação e Segurança Pública.

Entre as propostas do governo ilegítimo de Michel Temer estão adiamento do reajuste salarial negociado para 2018 (previsto para agosto, no caso dos docentes federais), o aumento da contribuição previdenciária de 11% para 14%, modificação nas carreiras do Executivo Federal, com inclusão de novos níveis e o aumento do prazo para progressão, e a extinção de 60 mil cargos do serviço público. Para terem validade, as medidas (veja aqui) terão que ser aprovadas pelo Congresso Nacional.

Confira aqui a nota preliminar da Assessoria Jurídica Nacional do ANDES-SN sobre as medidas anunciadas pelo governo.

“O ‘ajuste’ apresentado pelo ministro da Fazenda Henrique Meirelles é um ataque feroz aos direitos dos servidores federais, além de ameaçar a existência de serviços essenciais, o que penaliza os trabalhadores assalariados, aposentados e os mais pobres que dependem das políticas sociais”, explica Jacob Paiva, 2º secretário do ANDES-SN e coordenador do Setor das Instituições Federais de Ensino do Sindicato Nacional.

 

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Plenária Comunitária da Unifesp: R$10 milhões não resolvem os problemas do HSP!

As entidades representantes das categorias da Unifesp – Associação dos Docentes (Adunifesp), Sindicato dos Trabalhadores (Sintunifesp), Associação dos Pós-Graduandos (APG-Unifesp) e Comitê de Mobilização dos Estudantes –, reuniram-se em plenária comunitária nessa quarta-feira dia 16 de agosto de 2017 para discutir a crise do Hospital São Paulo (HSP) no âmbito local e os ataques aos serviços públicos como educação e saúde no âmbito nacional. Compartilhando as especificidades de cada categoria e buscando a construção da luta conjunta afirmaram a insuficiência dos R$10,8 milhões repassados pelo Ministério da Educação à Unifesp para auxílio dos serviços do HSP, decidindo pela manutenção da mobilização em defesa do hospital, exigindo a retomada imediata do repasse em definitivo e permanente da verba do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (REHUF) e a ampliação do orçamento destinado ao Sistema Único de Saúde (SUS).

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