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Assembleia Geral aprova por unanimidade continuidade da greve docente na Unifesp

Em greve desde a última semana, os docentes da Unifesp realizaram, nesta terça-feira (29), uma Assembleia Geral para deliberar a continuidade da paralisação e os próximos passos do movimento. A plenária aconteceu em São Paulo e contou com a presença de cerca de 120 docentes de todos os campi da Instituição, que aprovaram por unanimidade a continuidade da greve. A paralisação nacional docente foi deflagrada no dia 17 de maio e já atinge 47 das 59 universidades e institutos federais. O movimento reivindica a valorização da carreira da categoria, uma das mais desprestigiadas dentro do serviço público federal.

Os informes dos professores dos seis campi da Unifesp (Baixada Santista, Diadema, Guarulhos, Osasco, São José dos Campos e São Paulo) demonstraram a força da greve, que para a grande maioria das atividades da Instituição. Os docentes relataram ainda que a adesão à paralisação vem aumentando progressivamente, à medida que o diálogo e a mobilização avança.

Os estudantes também estão mobilizados e já decretaram greve nos campi de Diadema, Baixada Santista e São Paulo. Além disso, o campus Guarulhos já vive uma greve estudantil há dois meses, reivindicando melhores condições de educação e políticas de acesso e permanência, e os alunos de Osasco aprovaram indicativo e também podem aderir à paralisação. Nesta quinta-feira (31), os discentes da Unifesp realizarão uma Assembleia Geral para debater a situação estudantil da Instituição e deliberar posições conjuntas aos campi. A plenária acontece no campus São Paulo, às 14 horas. Os servidores técnico-administrativos também estudam realizar uma greve nacional a partir de junho.

Docentes, estudantes e servidores técnico-administrativos da Unifesp realizaram uma manifestação conjunta na avenida Paulista, na última segunda-feira (28). Cerca de 300 pessoas se concentraram no vão-livre do MASP e marcharam até a Praça do Ciclista. O protesto ocorreu no mesmo dia em que aconteceria uma reunião entre os docentes e o Ministério do Planejamento, mas que acabou cancelada sem justificativa. A próxima Assembleia Geral dos docentes da Unifesp será realizada na segunda-feira, 04 de junho.

Confira fotos da Assembleia Geral desta terça-feira (29) aqui.

Ato na avenida Paulista fortalece mobilização docente na Unifesp

Cerca de 300 docentes, estudantes e servidores técnico-administrativos da Unifesp protestaram nesta segunda-feira (28) na Paulista em defesa da educação pública. O ato teve início no vão-livre do MASP ao meio-dia e os manifestantes marcharam até a Praça do Ciclista, no final da avenida. As palavras de ordem pediam expansão da universidade pública com qualidade, melhores condições de trabalho e estudo, e valorização da carreira docente, a principal pauta da greve nacional docente iniciada no dia 17 de maio.

A manifestação ocorreu em um momento ímpar para a Unifesp, em que toda a Instituição está bastante mobilizada. Pela primeira vez desde o início da expansão da universidade, os docentes dos seis campi estão em greve, aderindo à paralisação nacional que reivindica do governo a abertura de negociações efetivas sobre mudanças na carreira da categoria.

Os estudantes, por sua vez, decretaram greve nos campi de Diadema, Baixada Santista e São Paulo. Além disso, o campus Guarulhos já vive uma greve estudantil há dois meses, reivindicando melhores condições de educação e políticas de acesso e permanência, e os alunos de Osasco aprovaram indicativo também podem aderir à paralisação. Nesta quinta-feira (31), os discentes da Unifesp realizarão uma Assembleia Geral para debater a situação estudantil da Instituição e deliberar posições conjuntas aos campi. Os servidores técnico-administrativos estudam realizar uma greve nacional a partir de junho.

Ao mesmo tempo em que ocorria o ato em São Paulo, docentes de universidades e institutos federais realizaram um ato, com cerca de 300 pessoas em Brasília. O protesto ocorreu em frente ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, onde deveria estar ocorrendo naquele momento mais uma reunião da negociação sobre a carreira docente. Entretanto, o encontro foi desmarcado sem justificativa. O número de universidades e institutos federais em greve já chega a 47 e até o final da semana poderá crescer.

Uma Assembleia Geral dos docentes aprovou a continuidade da greve e outras deliberações nesta terça-feira (29). A plenária aconteceu no Anfiteatro A, do campus São Paulo, e contou com cerca de 120 docentes dos seis campi. A continuidade da paralisação foi aprovada por unanimidade.

Confira as fotos da manifestação aqui.

Manifestação de docentes em greve reúne cerca de 300 em frente ao Planejamento

Cerca de 300 pessoas compareceram, na manhã desta segunda-feira (28), à manifestação em frente ao Ministério do Planejamento (MP) convocada pelo Comando Nacional de Greve dos docentes das instituições federais de ensino e pelo Comando Local de Greve da Universidade de Brasília (UnB).

Alunos e professores protestaram contra a falta de compromisso do governo com a negociação e o desrespeito com os docentes em greve. No final da tarde de sexta (25), o secretário de relações do trabalho do MP (SRT/MP), Sérgio Mendonça, suspendeu a reunião de negociação com os professores, a primeira desde o início da paralisação geral em 17 de maio. Saiba mais aqui (http://www.andes.org.br:8080/andes/print-ultimas-noticias.andes?id=5379).

Várias entidades sindicais e movimentos sociais enviaram representantes para declarar apoio à greve dos professores federais. Após o ato em frente ao MP, docentes e estudantes seguiram para a porta do Ministério da Educação, onde também cobraram do ministro Aloizio Mercadante uma resposta às reivindicações dos grevistas.

Marina Barbosa, presidente do ANDES-SN, disse que a manifestação é uma demonstração da força da greve e da falta de resposta do governo à pauta de reivindicações.

“Mais uma vez esgota-se o prazo com o qual o governo se comprometeu”, lembrou Marina. Ela ressaltou ainda que a greve é forte e não é precipitada como declarou o Ministro da Educação.

“O tamanho da greve demonstra o tamanho da indignação dos professores. E estamos ampliando essa força com a adesão de mais instituições e junto com a força motriz das universidades que são os estudantes”, enfatizou.

Marina lembrou que é a ampliação da greve que vai arrancar do governo as reivindicações dos professores e ressaltou que o que está em jogo é o projeto da universidade brasileira.

Em frente ao MEC, Marina mandou um recado ao ministro Mercadante dizendo que os professores não irão se intimidar com o pronunciamento feito por ele na TV. “A nossa greve é legítima. E o ministro sabe disso tanto quanto nós”, disse.

Por todo o Brasil

Uma aula pública, organizada pelos alunos e professores da UnB, antecedeu o ato em frente ao Ministério do Planejamento. Uma nova atividade foi marcada para quarta-feira, a partir das 8h.

Além da atividade em Brasília (DF), por todo o país os professores em greve organizaram manifestações, como aulas públicas e passeatas. Até o momento, 48 instituições federais de ensino estão com as atividades suspensas, sendo 44 universidades federais (de um total de 59).

Confira fotos aqui: http://www.andes.org.br:8080/andes/portal-album-fotos-view.andes?id=89

Fonte: Andes-SN

Comunidade Unifesp realiza ato em defesa da educação pública nesta segunda (28)

Docentes, estudantes e servidores técnico-administrativos de toda a Unifesp realizarão um ato nesta segunda-feira, às 12h, no vão-livre do MASP pela valorização da educação pública. A manifestação na avenida Paulista busca sensibilizar a população para a greve nacional dos docentes das universidades federais. A paralisação já atinge 47 dos 59 institutos e universidades federais e tem como principal reivindicação a valorização da carreira da categoria, comparativamente, uma das mais desprestigiadas dentro do serviço público federal.

Na Unifesp, todos os campi estão parados. Os docentes de Diadema iniciaram a greve já no dia 17 de maio, junto com a deflagração do movimento nacional, e outros quatro campi – Baixada Santista, São Paulo, Osasco e São José dos Campos – paralisaram suas atividades acadêmicas a partir do dia 23. No último dia 25, os professores de Guarulhos também aderiram à greve.

Após a deflagração do movimento docente, os discentes da Unifesp também se mobilizaram. Os estudantes de Diadema estão em greve e os de São Paulo aprovaram um indicativo de paralisação a partir do dia 29 de maio. O campus Guarulhos já vive uma greve estudantil há quase dois meses, reivindicando melhores condições de educação e políticas de acesso e permanência. Os alunos dos demais campi realizam assembleias nos próximos dias e também podem aderir à mobilização.

Os servidores técnico-administrativos das universidades federais também debatem entrar em greve nas próximas semanas, o que transformaria a mobilização atual na primeira greve geral nas instituições federais de ensino superior em mais de uma década.

Até o momento o governo federal não tem se mostrado disposto a abrir o diálogo com os professores em greve. Nesta segunda-feira (28), seria realizada uma reunião do Grupo de Trabalho que negocia a reestruturação da carreira dos professores federais, mas a mesma acabou desmarcada de última hora e sem nenhuma justificativa.

Manifestação da comunidade Unifesp pela valorização da educação pública
Quando: segunda-feira, 28 de maio, a partir das 12 horas
Onde: concentração no vão-livre do MASP, na avenida Paulista

Docentes da Unifesp debatem continuidade da greve em Assembleia nesta terça (29)

Quase uma semana após o início da greve, docentes de toda a Unifesp voltarão a se reunir para debater o andamento do movimento. Esta Assembleia Geral ocorre após a realização de plenárias locais que organizaram a paralisação em cada campi. A greve dos professores já atinge toda a Universidade e esta é a primeira vez que ocorre uma paralisação unificada entre os seis campi da Instituição. A assembleia acontece nesta terça-feira (29), às 10 horas, no Anfiteatro A, do campus São Paulo.

A última Assembleia Geral, realizada no dia 22, contou com a presença de mais de 200 docentes de todos os campi e a deflagração da greve foi aprovada sem nenhum voto contrário e com 16 abstenções. O campus Guarulhos era o único que não havia optado naquele momento pela greve. Entretanto, a paralisação na unidade foi aprovada na assembleia local realizada sexta-feira (25), quando os docentes decidiram parar as atividades acadêmicas a partir de segunda-feira, dia 28.

A greve na Unifesp integra um movimento nacional que já conta com a adesão de 47 das 59 instituições federais de ensino superior. A principal reivindicação é uma efetiva negociação com o Governo Federal acerca de melhorias na carreira dos docentes. Nesta segunda-feira, 28, deveria ocorrer uma nova reunião para debater o tema, entretanto o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão cancelou o encontro sem apresentar justificativa às entidades representativas dos professores.

Após a deflagração do movimento docente, os discentes da Unifesp também se mobilizaram. Os estudantes de Diadema estão em greve e os de São Paulo estão com indicativo de paralisação a partir do dia 29 de maio. O campus Guarulhos já vive uma greve estudantil há quase dois meses, reivindicando melhores condições de educação e políticas de acesso e permanência. Os alunos dos demais campi realizam assembleias nos próximos dias e também podem aderir à mobilização. Os servidores técnico-administrativos das universidades federais também discutem iniciar uma greve nacional.

Assembleia Geral dos Docentes da Unifesp
Quando: terça-feira (29), às 10 horas
Onde: Anfiteatro A, do campus São Paulo (Rua Botucatu, 740, Subsolo)
Pauta: Greve docente na Unifesp

Com docentes de Guarulhos em greve, todos os campi da Unifesp estão parados

Reunidos em assembleia na última sexta-feira (25), os professores do campus Guarulhos decidiram aderir à paralisação docente que já ocorre nos demais campi da Unifesp. Na plenária, os professores decidiram iniciar a greve a partir de segunda-feira (28), quando chegará a 47 o número de  universidades e institutos federais paralisados em função da greve nacional, que reivindica a valorização da carreira da categoria.

Durante a Assembleia Geral dos docentes realizada na última terça-feira (22), que deflagrou a greve na Unifesp, vários professores de Guarulhos acabaram se abstendo, devido principamente à situação particular do campus, que vive uma greve estudantil há quase dois meses. No entanto, passados alguns dias, a assembleia docente local acabou aprovando a adesão à paralisação com 40 votos a favor, 3 contra e 6 abstenções.

Um ato com a presença de todos os setores da comunidade Unifesp será realizado nesta segunda-feira (28), às 11h30, no vão-livre do MASP, na avenida Paulista. O protesto marcaria mais uma rodada de negociações sobre a carreira docente, que deveria acontecer na segunda, com a presença do Andes-SN e de representantes do governo. No entanto, a reunião foi cancelada em cima da hora pelos Ministérios envolvidos, sem a apresentação de nenhuma justificativa.

Na Unifesp, uma nova Assembleia Geral reunindo professores de todos os campi acontecerá na terça-feira (29) para debater a continuidade do movimento. A plenária será realizada às 10 horas, no Anfiteatro “A”, do campus São Paulo.

Governo suspende reunião com professores federais em greve prevista para 28/5

Dando uma clara demonstração de que não sabe lidar com a greve dos professores federais que a cada dia ganha mais força, o Ministério do Planejamento (MP) suspendeu a reunião agendada para segunda-feira (28). O encontro foi suspenso no final da tarde desta sexta-feira (25), sem justificativas pelo secretário de Relações do Trabalho do MP (SRT/MP), Sérgio Mendonça (veja aqui a correspondência). Esta seria a primeira reunião dos representantes do governo com o ANDES-SN desde a deflagração da greve, em 17 de maio.

Para o Comando Nacional de Greve (CNG), o cancelamento demonstra o desrespeito do governo em relação aos prazos estabelecidos por seus próprios representantes. Isso evidencia também a ausência de proposta efetiva a ser apresentada aos professores para resolver o impasse da greve.

De acordo com nota divulgada pelo CNG, esse fato confirma o não andamento das negociações e o interesse do governo em desarticular o movimento da categoria em greve.

Mesmo com a suspensão do encontro, todas as atividades de mobilização estão mantidas para esta segunda-feira (28), inclusive o ato em frente ao Ministério do Planejamento, marcado para às 11h, horário previsto para a reunião.

O CNG aponta que as manifestações desta segunda (28) devem denunciar a falta de compromisso do governo com a negociação e o desrespeito com os docentes em greve. A expectativa é intensificar ainda mais a greve e ampliar as ações de mobilização.

Até o momento, 44 instituições federais de ensino estão com as atividades suspensas (veja quais). Este número irá subir para 48 na segunda-feira, com a adesão das Universidades Federais de Santa Maria (UFSM), Tocantins (UFT), Grande Dourados (UFGD) e do Campus Jataí da Federal de Goiás (UFG).

Fonte: ANDES-SN

Greve é uma das maiores já realizada pelos docentes das instituições federais

Na próxima segunda-feira (28), quando será realizada no ministério do Planejamento a reunião do Grupo de Trabalho sobre Carreira, já serão 47 instituições federais em greve. Além das 44 que já estão em greve, paralisarão suas atividades, segundo o Comando Nacional de Greve (CNG), as universidades federais de Santa Maria (RS) e Grande Dourados (MT), além do campus de Jataí, em Goiás.

“Essa é uma greve que está com uma força impressionante. Das 62 seções sindicais do ANDES-SN que representam instituições federais, apenas 11 não estarão em greve na próxima semana”, avalia a professora Elaine Carvalho, do Comando Nacional de Greve.

Para Elaine, é certo que a adesão vem crescendo. “Setores tradicionalmente refratários a paralisações, como os da área médica e tecnológica, estão parando. Na faculdade onde ensino (odontologia da Universidade Federal de Pernambuco) os estudantes realizaram uma assembleia segunda-feira passada (21) e decidiram parar”, conta.

Elaine avalia que a decisão foi tomada porque o curso está muito precarizado, sofrendo da falta de material. Outro fator que levou os estudantes a tomar a decisão foi porque nem todos os professores estavam parados, o que estava atrapalhando a vida acadêmica dos alunos.

Professora da rede federal há 18 anos, Elaine participou das greves de 1998, 2001 , 2003 e que nunca participou de uma mobilização com as características da atual. A primeira diferença está na força inicial da greve. “Nenhuma das greves que participei começou com uma adesão tão grande de tantas seções sindicais”, conta.

Outro fator apontado por Elaine é o fato de as assembleias locais que decidiram pela greve terem poucos votos contrários. Numa média de 200 professores, 180 votaram a favor, quatro contra e o restante eram de abstenções. “Também tenho percebido uma participação massiva dos novos professores, em sua maioria jovens, e o apoio da sociedade à nossa causa. Até agora as manifestações têm sido positivas e não temos recebido críticas formais de setores que geralmente são contrários a greve”, argumenta.

O quadro atualizado da greve pode ser acessado aqui.

Fonte: ANDES-SN

Comando Nacional de Greve vai ao Congresso falar com parlamentares

Representantes do Comando Nacional de Greve dos professores das Instituições Federais de Ensino estiveram nesta quarta (23) e quinta-feira (24) no Congresso Nacional para distribuir aos parlamentares um kit greve. O pacote contém a pauta de reivindicações da Campanha 2012 dos docentes, as notificações de deflagração de greve enviadas aos ministérios da Educação e do Planejamento, a carta à sociedade brasileira explicando por que os professores estão em greve e uma série de notícias publicadas pelo ANDES-SN a respeito da mobilização.

Os documentos foram entregues aos líderes dos partidos e também aos presidentes das comissões permanentes. O presidente da Comissão de Educação da Câmara (CEC), deputado Newton Lima, abriu espaço para que os docentes façam uso da palavra na próxima reunião da CEC, na quarta-feira (30).

Fonte: ANDES-SN

Greve dos docentes da Unifesp ganha repercussão nos meios de comunicação

O início da greve dos docentes da Unifesp, deflagrada em assembleia geral com mais de 200 pessoas na última terça-feira (22), ganhou ampla repercussão nos meios de comunicação. No mesmo dia, duas das universidades federais mais importantes do país também paralisaram as suas atividades acadêmicas, a UFRJ e a UFF. A pauta central da mobilização é a valorização da carreira docente. Atualmente, 45 das 59 universidades federais já estão paradas e a greve já é apontada como uma das mais fortes da história. Na próxima terça-feira (29), os professores da Unifesp voltam a se reunir para decidir o futuro do movimento. Clique em leia mais e confira algumas das matérias mais significativas sobre a greve.

Greve na Unifesp

1 – Greve de professores nas universidades federais (álbum de fotos do Portal UOL)
http://educacao.uol.com.br/album/2012/05/22/professores-da-unifesp-decid…

2 – Professores da Unifesp aderem à greve nacional; pelo menos 40 universidades estão paradas (Portal UOL)
http://educacao.uol.com.br/noticias/2012/05/22/professores-da-unifesp-ad…

3 – Depois de Unifesp, UFRJ adere à greve; já são 43 universidades (Portal Terra)
http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI5788731-EI8266,00-De…

4 – Unifesp anuncia adesão à greve nacional de professores (Portal G1)
http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2012/05/unifesp-anunci…

5 – Apesar da greve nas universidades federais, hospital da Unifesp funciona (JB / Agência Brasil)
http://www.jb.com.br/pais/noticias/2012/05/23/apesar-da-greve-nas-univer…

6 – Professores da Unifesp aderem à greve nacional (Estado de Minas / Agência Brasil)
http://www.em.com.br/app/noticia/especiais/educacao/2012/05/22/internas_…

7 – Apesar de greve, hospital da Unifesp funciona (UOL / Agência Estado)
http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/estado/2012/05/23/apes…

8 – Professores da Unifesp decidem aderir à greve nacional (Folha.com / Agência Brasil)
http://www1.folha.uol.com.br/saber/1094044-professores-da-unifesp-decide…

9 – Professores da Unifesp decidem aderir à greve (Portal R7)
http://noticias.r7.com/educacao/noticias/professores-da-unifesp-decidem-…

10 – Professores de 5 dos 6 da campi da Unifesp aderem à greve nacional (Folha de São Paulo)
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidiano/44561-professores-de-5-dos-6-…

11 – Unifesp adere à greve das universidades federais (Revista Brasileiros)
http://www.revistabrasileiros.com.br/2012/05/22/unifesp-adere-a-greve-as…

12 – Professores da Unifesp da região entram em greve por tempo indeterminado (A Tribuna)
http://www.atribuna.com.br/noticias.asp?idnoticia=150313&idDepartamento=…

Greve Nacional

1 – Professores de 44 universidades federais estão em greve (Portal G1 / TV Globo / Jornal Nacional)
http://g1.globo.com/jornal-nacional/videos/t/edicoes/v/professores-de-44…

2 – Greve de professores afeta 1 milhão de alunos de universidades federais (Portal G1 / TV Globo / Bom Dia Brasil)
http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2012/05/greve-de-profe…

3 – Alunos tiram a roupa em passeata de apoio à greve dos professores no AM (Portal G1)
http://g1.globo.com/amazonas/noticia/2012/05/alunos-tiram-roupa-em-passe…

4 – Após adesão em Santa Maria, RS já tem três universidades paralisadas (Portal G1)
http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2012/05/apos-adesao-em-…

5 – Governo decide não negociar com professores das universidades federais em greve (Band News)
http://bandnewsfm.band.com.br/Noticia.aspx?COD=595216&Tipo=363

6 – UFSM adere à greve nacional; já são pelo menos 45 instituições (Portal Terra)
http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI5791418-EI8266,00-UF…

7 – Professor com doutorado recebe menos que um policial rodoviário; tabela com comparações ganha destaque no Facebook (Portal UOL)
http://educacao.uol.com.br/noticias/2012/05/23/professor-com-doutorado-r…

8 – De 59 instituições federais de ensino superior, 43 estão em greve (Portal IG)
http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2012-05-22/de-59-instituicoes-fe…

9 – Federais do RJ e de SP podem entrar em greve nesta terça; 39 universidades estão paradas (Portal UOL)
http://educacao.uol.com.br/noticias/2012/05/22/federais-do-rj-e-de-sp-po…