Arquivo mensais:dezembro 2011

Adunifesp apresenta balanço de 2011 e avaliação dos desafios para 2012

Colegas docentes da Unifesp,

Mais um ano se finda e consideramos que em 2011 a Adunifesp-SSind. seguiu empreendendo várias ações na defesa de uma universidade pública, gratuita, laica, de qualidade e socialmente referenciada. Mais do que a defesa da universidade pública, neste ano fizemos nossa parte na reorganização de uma articulação nacional em defesa da educação pública, em um momento no qual o Congresso Nacional debate o novo Plano Nacional de Educação (PNE) para o decênio 2010-2020.

Estivemos no segundo semestre ao lado de vários segmentos da sociedade na luta por uma educação de qualidade em todos os níveis e modalidades de ensino, engajados na campanha pela aplicação de 10% do valor do Produto Interno Bruto (PIB) na educação pública. Neste sentido, não só a Adunifesp como as demais entidades representativas das categorias da Unifesp tiveram um papel expressivo no Plebiscito Popular que consultou a população sobre o tema. O Conselho de Entidades recolheu mais de 3200 votos em pelo menos quatro dos campi de nossa Instituição, assim como as Seções Sindicais do ANDES-SN tiveram papel preponderante nesse processo, coletando dezenas de milhares de votos pelo Brasil.

A defesa da educação e da universidade pública também aconteceu por meio das lutas por melhores condições de trabalho e pelos direitos sociais. Desta forma, os docentes da Unifesp participaram do movimento nacional coordenado pelo ANDES-SN e demonstraram grande capacidade de mobilização em diversas assembleias e dois grandes atos públicos na Avenida Paulista – um deles com mais 500 pessoas da Unifesp, das quais 100 professores – na luta por melhores salários e uma carreira digna.

Conquistamos a abertura de negociações com o governo federal com vistas à reestruturação da carreira docente, conseguindo impedir que este processo se faça sem a participação e discussão com a categoria. O reajuste salarial ficou aquém do reivindicado, mas o aumento global de 4% no contracheque a partir de março e a incorporação das GEMAS ao vencimento base só aconteceram pela pressão exercida pelos professores.

O Grupo de Trabalho (GT) de negociação da reestruturação da carreira dos docentes das federais  funciona desde setembro e deve concluir seus trabalhos em 30 de março de 2012. Até agora, o desenvolvimento das reuniões tem sido dificultado pela intransigência das propostas do governo com pouca “margem” para incorporação das reivindicações históricas dos professores. O ANDES-SN tem apresentado participação firme no GT, defendendo nas reuniões as propostas acumuladas e aprovadas em seus últimos congressos: uma carreira simplificada para todos os professores federais, que valorize o trabalho docente, incorpore as gratificações a um vencimento base “robusto” e com apenas uma linhas no contracheque, com garantia de isonomia entre aqueles que estão na ativa e os aposentados. O movimento docente terá que organizar uma grande mobilização para resistir a eventuais retrocessos e garantir conquistas nesse processo.

A atual situação da Unifesp também pede muita mobilização. Este ano participamos diretamente dos fóruns e espaços políticos e institucionais construindo uma universidade mais democrática, aberta à diversidade e com melhores condições de educação e trabalho. Além disso, defendemos a autonomia universitária como um princípio fundamental para o desenvolvimento de nossas atividades acadêmicas, com vistas à construção de uma outra cultura institucional que supere o ‘jeitinho’, ‘o compadrio’, o autoritarismo, a intolerância com os diferentes e o centralismo do campus da Vila Clementino.

Participamos diretamente da reforma do Estatuto e do Regimento Geral da Unifesp, que mesmo com muitos problemas representou avanços democráticos à Instituição. Reivindicamos, ainda que sem sucesso, o recomeço das discussões sobre o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), que definiria os rumos da Instituição para os próximos cinco anos. Além disso, abrimos com a Comissão Permanente de Pessoal Docente (CPPD), as discussões sobre a elaboração das normas para o Estágio Probatório na Unifesp, até então inexistentes. A participação de dezenas de docentes em pelo menos quatro campi tornou possível a elaboração de um documento com propostas da categoria, que, de agora em diante, deve democraticamente ser parte ativa desse debate em 2012.

Por último, mas certamente, uma das questões mais importantes, é a luta para que a expansão da Unifesp se faça com qualidade. O ano de 2012 deve ser o ano da superação dos tantos problemas de infraestrutura e precariedade nos estudos e trabalho, particularmente nos novos campi. A continuarmos do mesmo jeito, podemos colocar em risco a missão da universidade nas ações de ensino, pesquisa e extensão. A Comunidade Unifesp não suporta mais os sucessivos improvisos, com a ausência de planejamento institucional dificultando uma política que consolide, de fato, uma universidade plena que deve congregar a universalidade do conhecimento, as diferentes manifestações de pensamento e expressão – de forma a contribuir com respostas efetivas às demandas colocadas pela sociedade.

Temos certeza que 2012 será um ano de muitas lutas para conquistar a qualidade necessária para a Unifesp e que a própria direção da Instituição se convencerá de que é fundamental fazer muito mais com competência, transparência e de forma colaborativa, cobrando devidamente as responsabilidades do governo federal.

Aliás, 2012 será ano de eleição para escolha de Reitor da Unifesp e certamente a Adunifesp-SSind. atuará para que a campanha seja de alto nível, cobrando dos candidatos a explicitação de suas plataformas políticas em debates a serem organizados em todos os campi da Instituição, na perspectiva de um processo eleitoral democrático e que verdadeiramente represente as forças vivas da Unifesp!

Desejamos um ótimo final de ano a todas as professoras e a todos os professores e um 2012 de conquistas para a nossa categoria e para a educação pública brasileira.
Contamos com o apoio e a participação de todas e todos.

Fortaleçam a Adunifesp!

Diretoria da Adunifesp-SSind. – Gestão 2011-2013

Parcial aponta mais de 360 mil votos por “10% do PIB para Educação Pública, já”

A apuração preliminar do plebiscito popular da campanha pela aplicação imediata de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) na Educação Pública contabiliza mais de 360 mil votos, de acordo com apuração iniciada sábado (17). Das unidades federativas, São Paulo foi a que obteve maior número de participação no plebiscito, com aproximadamente 160 mil votos.

“A nossa expectativa é que ao final dessa primeira fase da Campanha sejam contabilizados cerca de 420 mil votos”, contabiliza o 1º vice-presidente do ANDES-SN, Francisco Miraglia, que faz parte da coordenação da Campanha. Na consulta online, que não tem caráter oficial, até o momento já foi contabilizada a participação de 12087 pessoas, com 99,69% a favor de “10% do PIB para a Educação Pública, já!”.

De acordo com Sônia Lucio, 2ª vice-presidente da Regional Rio de Janeiro e membro do Comitê Nacional da Campanha, houve consenso entre todas as entidades que compõe a campanha de que o resultado do plebiscito é positivo e extremamente importante.

Sônia disse ainda que, durante a reunião do comitê realizada no último dia 17, foi decidido prorrogar a data de coleta e recebimento dos votos e listas de apuração. “Como a votação do Plano Nacional de Educação 2011-2020 foi adiada de 20 de dezembro para 8 de fevereiro, decidimos por ampliar o prazo para coleta e totalização dos votos”, explica.

A próxima reunião do Comitê Nacional da Campanha está marcada para 27 de janeiro, antecedendo o Fórum Social Mundial.  Na ocasião, as entidades irão organizar a manifestação que deverá ocorrer em Brasília no dia da votação do PNE e também deliberar sobre a retomada do plebiscito em março. A votação fa do PNE está agendada para ser realizada na Comissão Especial no dia 8 de fevereiro do próximo ano.

Outra deliberação foi iniciar o debate nas entidades que compõem a campanha pelos “10% do PIB para a Educação Pública, Já!” acerca da realização, no segundo semestre de 2012, do 6º Congresso Nacional de Trabalhadores e Estudantes para discutir a política educacional do governo Dilma Rousseff e também atualizar o PNE da sociedade brasileira.

Abrapec também apoia a Campanha

A Associação Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências (Abrapec) aprovou, por unanimidade, em assembleia realizada no dia 8 de dezembro, moção de apoio aos 10% do PIB para a Educação Pública, já! A aprovação ocorreu durante o VIII Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências – VIII ENPEC e do I Congreso Iberoamericano de Investigación de Enseñanza de las Ciencias – I CIEC, realizado de 5 a 9 de dezembro, na Universidade de Campinas (Unicamp). O evento reuniu cerca de 1,2 mil pesquisadores brasileiros da área de Ensino de Ciências, além de diversos participantes internacionais.

“Assim como a SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência), a Abrapec se junta à Campanha, o que fortalece a nossa luta”, avaliou Chico Miraglia.

Fonte: Andes-SN (www.andes.org.br)

PNE recebe 144 emendas e novo relatório será apresentado só em fevereiro

O substitutivo ao Plano Nacional de Educação (PNE) 2011-2020 apresentado na última semana pelo deputado Ângelo Vanhoni (PT-PR), relator da Comissão Especial, recebeu 144 novas emendas. O prazo para sugestão de alterações no texto foi encerrado nesta sexta-feira (15). Em um acordo entre os membros da Comissão Especial da Câmara encarregada de analisar o PNE, o novo relatório ao plano deve ser apresentado dia 10 de fevereiro.

Enquanto várias entidades e movimentos da sociedade civil reivindicam a aplicação imediata de 10% do Produto Interno Bruto na Educação Pública, o governo havia sugerido na redação do inicial do Plano aumentar, em uma década, de 5% para 7% o investimento na área. O relatório apresentado por Vanhoni, no último dia 6, propõe uma meta intermediária de 8%, ainda aquém do que é apontado como necessário por diversos estudiosos da área de educação para que todas as metas apontadas no PNE sejam cumpridas.

Várias das emendas apresentadas ao substitutivo do deputado do PT do Paraná pedem a mudança no percentual de investimento previsto e apontam também 10% como o mínimo necessário.

Recursos para o setor privado

Outro problema do relatório do deputado Vanhoni, é que além de não ter incorporado às reivindicações da sociedade quanto ao financiamento, ele passou a usar o conceito de ‘investimento público total’, que inclui as transferências do poder público para o setor privado educacional, deixando de aplicar o conceito de ‘investimento público direto’. Para o Coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, essa mudança significa, na prática, que a previsão é de que sejam aplicados na educação pública os mesmos 7% do PIB que o governo tinha previsto inicialmente no PNE.

Ele denuncia, ainda, que essa manobra contábil pode significar, no futuro, menos recursos para a educação pública, já que a tendência é o aumento das transferências de recursos para o setor educacional privado, por meio do Pronatec, Fies e Prouni. “No global, o governo pode até investir mais, porém, o orçamento da educação pública estará enfraquecido, inclusive do ensino superior”, prevê.

Por que 10%?

No Brasil, 7ª potência econômica mundial, existem hoje 14 milhões de analfabetos, sendo que cerca de um quarto dos cidadãos não tem acesso nem a escolarização mínima. Estudos apontam que, para começar a reverter a grave situação educacional à qual tem sido submetida a maioria da população brasileira, é necessário aplicar anualmente na Educação Pública, no mínimo, R$ 10 para cada R$ 100 da riqueza produzida no Brasil. Atualmente, o país investe apenas cerca de R$ 4 por R$ 100, patamar inferior ao destinado à educação em países como Argentina e Portugal.

Confira o investimento anual por pessoa em idade escolar em alguns países, de acordo com a Unesco:

Noruega: US$ 15.578
França: US$ 7.884
Portugal: US$ 5.592
Cuba: US$ 3.322
Botsuana: US$ 2.203
Argentina: US$ 1.578
Brasil: US$ 959

Fonte: ANDES-SN (www.andes.org.br)

Pressionado, governo faz acordo e adia votação do PL 1992/07 para 2012

Com receio de não conseguir aprovar na Câmara dos Deputados ainda este ano o PL 1992/07, que privatiza a previdência do funcionalismo público, governo fechou acordo com a oposição e, desta forma, jogou para fevereiro a apreciação da matéria pelos deputados. O governo havia negociado ainda algumas alterações no projeto original para tentar aprovar a mudança o projeto de lei que cria do Fundo de Previdência dos Servidores Públicos (Funpresp).

A intenção era votar o PL 1992/07 ainda em 2011, para que tramitasse já no começo do próximo ano no Senado e fosse aprovado em tempo de entrar em vigor antes da realização de uma série de concursos públicos já anunciados para 2012.

O substitutivo apresentado nesta quarta-feira (14) na Câmara prevê aumento de 7,5% para 8,5% na alíquota do governo no Fundo de Equalização para corrigir distorções no caso de servidores que se aposentam com menos tempo de contribuição, como mulheres, carreiras de risco e deficientes – o que, segundo as entidades contrárias ao projeto, ainda não é suficiente.

“É uma equação que não fecha”, observou a vice-presidente do Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo Federal e do Tribunal de Contas da União – Sindilegis, Luciene Pereira da Silva. Outra alteração proposta pelo substitutivo é a criação de três fundos – Legislativo, Judiciário e Executivo, incluindo neste o MPU.

Mobilização

Luciene alerta que é necessário que as entidades unam forças para pressionar os parlamentares a votarem contra o projeto. “É fundamental que a categoria dos servidores públicos se sensibilize e compareça em peso quando o assunto voltar a ser discutido em fevereiro. Se não houver uma forte mobilização, corremos sérios riscos. Os impactos afetarão a todos, não apenas os novos” reforça a diretora do Sindilegis.

Durante todo o ano de 2011, o ANDES-SN vem mobilizando sua base na luta contra a privatização da previdência dos servidores públicos que, além de ser uma manobra para atender os interesses do mercado financeiro, afeta tanto docentes na ativa quanto aposentados, e principalmente os que ingressarem na carreira do magistério superior.

Os novos docentes, assim como todos os novos SPF, não terão mais a garantia de quanto será o benefício da aposentadoria, uma vez que esse valor dependerá da rentabilidade do fundo, que estará sujeito às instabilidades do mercado e das crises financeiras. Ou seja, se saberá quanto será pago, mas não se terá certeza de quanto será o benefício.

Além disso, o Sindicato Nacional reforça que todos os servidores precisam ficar alertar, pois o governo tem sinalizado várias manobras para forçar também os atuais trabalhadores do funcionalismo público a migrar para a nova modalidade.

Para o ANDES-SN, o PL 1992/2007 é uma afronta aos valores expressos na Constituição Federal de 88, que ampliou o conceito de seguridade social ao unificar a previdência social, saúde e assistência e instituir o direito e o dever dos trabalhadores quanto às contribuições para a seguridade, a fim de manter a solidariedade entre as gerações.

Fonte: ANDES-SN

Reunião define calendário para negociação da reestruturação da carreira em 2012

A agenda das atividades em torno da reestruturação da carreira docente para 2012 foi definida nesta terça-feira (13) em reunião no Ministério do Planejamento (MP), entre o ANDES-SN, governo e as demais entidades envolvidas no processo. Foi acordado ainda que até o final de março, o processo negocial de reestruturação da carreira deverá estar concluído, inclusive com a definição da tabela remuneratória e impacto financeiro.

Até o dia 22 (quinta-feira), as entidades devem apresentar suas versões do relatório da última oficina, para sistematização do documento que será devolvido pelo governo no dia 4 de janeiro, para avaliação das outras partes.

Tanto governo quanto entidades devem apontar as divergências consideradas estruturais no debate, explicitando suas posições sobre as mesmas. No dia 24 de janeiro, o grupo de trabalho se reúne novamente para montar um quadro com as diferenças e avançar na negociação das mesmas.

“Compreendemos que superamos um ciclo desse processo e iniciamos um novo, com caráter de negociação efetiva. As reuniões a partir de agora tem que ter densidade para aprofundar e afunilar o processo”, observou Marina Barbosa, presidente do ANDES-SN.

As entidades entraram então num acordo de calendário para os encontros no próximo ano, que foi parcialmente aceito pela representante do MP na mesa, Marcela Tapajós. Não houve consenso em relação às datas para o mês de março. “É precipitado fazer o compromisso com datas fixadas”, disse ela.

As entidades ressaltaram que os dias dos encontros podem ser alterados, mas reforçaram a necessidade de realizar ao menos uma reunião por semana no último mês previsto para a finalização dos trabalhos do GT de Carreira.

Confira abaixo o calendário proposto:
Janeiro: 24 – reunião do GT
Fevereiro: 07 e 28 – reuniões do GT
Março: As entidades apontaram os dias 1, 8, 15, 20 e 28. O governo ficou de confirmar as datas até dia 24 de janeiro.

Fonte: www.andes.org.br

Plebiscito por “10% do PIB para Educação Pública, já!” entra na reta final

Depois de ter a coleta de votos prorrogada, o plebiscito popular pela aplicação imediata de 10% do Produto Interno Bruto na Educação Pública termina nesta quinta-feira (15). Segundo Mauro Puerro, representante da CSP-Conlutas na coordenação Nacional da Campanha “10% do PIB para Educação Pública, já!”, apesar do resultado do plebiscito ainda não ter sido contabilizado já é possível avaliar que a campanha foi um sucesso, pois atingiu um dos principais objetivos: trazer o assunto para a pauta da sociedade civil.

“A campanha demonstrou grande aceitação da população em debater e se manifestar acerca do tema. No total, foram distribuídos mais de 5 milhões de materiais sobre o tema entre panfletos, cartilhas, cartas abertas em todo o país”, conta Puerro. No sábado (17), será feita a contabilização dos votos, durante a reunião do Comitê Nacional, que acontece a partir das 14 horas na sede do Sintrajud, na cidade de São Paulo. As atas com totalização dos votos devem enviadas pelos representantes dos comitês locais ao encontro para integrarem o mapa geral do plebiscito.

Na terça-feira (20), representantes das entidades que integram a campanha devem estar em Brasília para uma possível audiência com o deputado Ângelo Vanhoni (PT/PR), relator do Plano Nacional de Educação (PNE). De acordo com a agenda da Comissão Especial, o PNE deve ser votado neste dia.

Confira abaixo a orientação para contagem dos votos e entrega das atas de votação:

1-    A coleta de votos deve ser encerrada no dia 15/12 (quinta-feira);
2-    A apuração dos votos e compatibilização dos mesmos com a lista de assinaturas devem ser realizadas até o dia 16/12 (sexta-feira);
3-    As atas de apuração das urnas devem ser encaminhadas pelas entidades e comitês locais aos Comitês Estaduais, para que sejam levadas à reunião do Comitê Nacional da Campanha, no dia 17, pelos representantes de cada estado;
4-    As entidades e núcleos que não conseguirem remeter as informações aos Comitês Estaduais deverão enviar as atas por e-mail até às 10 horas do dia 17/12, para: secretaria@andes.org.br, dezporcentoja@cspconlutas.org.br e campanha.dezporcentodopibja@gmail.com;
5-    Os Comitês Estaduais que não puderem enviar representantes à reunião do Comitê Nacional também deverão encaminhar as atas para os e-mails acima, dentro do prazo estabelecido;
6-     Vale lembrar que as cédulas deverão ficar armazenadas no local contagem dos votos, devendo ser encaminhadas ao Comitê Nacional APENAS as ATAS de APURAÇÃO e a LISTA de ASSINATURAS dos votantes.

Fonte: www.andes.org.br

Adunifesp realiza Assembleia Geral e Conselho de Representantes na próxima segunda (12)

A Adunifesp realizará a última Assembleia Geral de 2011 na próxima segunda-feira, 12 de dezembro, às 12 horas. A atividade será conjunta com a reunião ordinária do Conselho de Representantes da entidade e acontece no Anfiteatro Oswaldo Giannotti Filho, na própria sede atual da Adunifesp. O endereço é Rua Napoleão de Barros, 837/841, Vila Clementino, campus de São Paulo da Unifesp.

Pauta:
1) Informes
Plebiscito Popular por 10% do PIB para educação pública
Nova sede da Adunifesp-SSind.

2) Debates
Consu: levantamento das necessidades dos campi
Escolha de Delegados/Observadores para o 31º Congresso do Andes/SN – Manaus/AM (entre 15 e 20 de janeiro de 2012)

Adunifesp realiza confraternização de final de ano na próxima terça-feira (13)

A Associação dos Docentes da Universidade Federal de São Paulo convida seus associados e amigos para o seu coquetel de confraternização de final de ano. Será na próxima terça-feira, 13 de dezembro, a partir das 17 horas, na sede da entidade. O endereço é Rua Napoleão de Barros, 841, Vila Clementino, campus de São Paulo da Unifesp. Mais informações pelo correio eletrônico secretaria@adunifesp.org.br ou pelo telefone (11) 5549-2501. Contamos com a presença de todas e todos!

Deputado apresenta relatório do PNE e prevê só 8% do PIB para educação até 2020

Depois de muitos adiamentos, o deputado Ângelo Vanhoni (PT/PR) protocolou nesta segunda-feira (5), na Comissão Especial do PNE, o seu relatório para o Plano Nacional de Educação (PL 8035/10). O parlamentar sugeriu o aumento, em dez anos, do investimento público em educação dos atuais 5% para 8% do Produto Interno Bruto (PIB). A sociedade civil reivindicava a aplicação imediata de 10% do PIB, sendo que a proposta inicial do governo era que fosse aplicado 7%. Inicialmente, o próprio relator tinha adiantado, pela imprensa, que incluiriam 8,29% do PIB para a educação.

Segundo os jornais, o Palácio do Planalto era contra esse índice. “Infelizmente, o índice de 8% constitui-se em recuo em relação ao acúmulo de lutas da sociedade civil, em especial ao consenso produzido no Forum Nacional em Defesa da Escola Pública (FNDEP), durante a elaboração do PNE-Proposta da Sociedade Brasileira (1997)”, salienta a 1ª vice-presidente da Regional Rio Grande do Sul e integrante do GT de Políticas Educacionais do ANDES-SN, Laura Fonseca. Dados da Campanha Nacional pelo Direito à Educação mostram que é indispensável a aplicação imediata de, no mínimo, 10% do PIB para que iniciemos uma educação de qualidade.

O relatório do deputado Vanhoni propõe a aplicação escalonada dos 8% até 2020, quando terminará a vigência do PNE. “É bom lembrar que o PNE anterior propunha chegar a 7% ao final de uma década e, na prática, chegamos ao final da sua década de vigência praticamente com o mesmo percentual do PIB que era aplicado no início, abaixo de 5%”, argumenta o 1º vice-presidente do ANDES-SN, Luiz Henrique Schuch, que participou da mobilização social realizada na década de 90 pela elaboração do primeiro PNE.

Outro problema do relatório do deputado Vanhoni, mas que já estava na proposta original, é que os 8% não serão usados exclusivamente na educação pública, podendo ser apropriados pelo setor privatista, como é o caso de recursos repassados para o Sistema S, no âmbito da educação profissional.

Para Laura Fonseca, o fato de o deputado Ângelo Vanhoni não ter acatado a reivindicação histórica da sociedade civil, fortalece a campanha e o plebiscito realizado por várias entidades, entre as quais o ANDES-SN, pela aplicação imediata dos 10% do PIB em educação pública. “São necessárias cinco sessões da Câmara dos Deputados para que o relatório seja votado pela Comissão Especial. Até lá, a sociedade pode se mobilizar e pressionar os parlamentares para que seja aprovado os 10%”, argumenta a diretora do ANDES-SN.

Fonte: ANDES-SN

Plebiscito por 10% do PIB para educação pública é prorrogado até 15/12

Devido ao sucesso da mobilização em torno da campanha por pela aplicação imediata de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) na educação pública, a coordenação nacional da campanha decidiu por ampliar o prazo de coleta de votos nos comitês locais até dia 15 de dezembro. Segundo Laura Fonseca, 1º vice presidente da Regional RS do ANDES-SN e membro da coordenação nacional, a prorrogação se deu pela ampliação da campanha, com a adesão de diversas entidades de outras áreas, além da educação.

“Ainda não é possível fazer um balanço quantitativo, mas qualitativamente podemos dizer que a campanha está sendo um sucesso, pois registrou um grande ganho com o envolvimento de sindicatos de outras categorias fora da área da educação. A abrangência e o acolhimento do plebiscito por diferentes setores da sociedade estão nos surpreendendo de forma muito positiva”, comemora Laura.

Com a prorrogação da data para a coleta de votos, a reunião da Coordenação Nacional da Campanha para contabilização da votação foi remarcada para 17 de dezembro. Desta forma, explica a diretora do ANDES-SN, os comitês locais poderão fazer a contagem no dia 16 e encaminhar o resultado para compor o mapa nacional de apuração do plebiscito.

“Caso não possam enviar representantes para a reunião nacional, os comitês locais podem mandar o mapa de apuração de suas urnas por e-mail, através do contato disponibilizado no blog da campanha. É muito importante que a informação chegue a nós até dia 17, para que seja contabilizada no resultado final”, ressalta. A reunião da Coordenação Nacional acontece no dia 17, a partir das 14 horas, na cidade de São Paulo. O local ainda será definido e divulgado posteriormente.

Fonte: ANDES-SN