Arquivo da categoria: Notas e Moções

Curso de Serviço Social da Unifesp-BS se manifesta sobre o cerceamento discriminatório

O curso de Serviço Social da UNIFESP, campus Baixada Santista, em consonância com seu projeto político-pedagógico e com os princípios que norteiam a profissão, vem se colocando no debate sobre o racismo nos últimos anos, trazendo reflexões e socializando análises e estratégias de enfrentamento às formas como este se apresenta. Implícita ou explicitamente, identificam-se manifestações que revelam o caráter institucionalizado das relações raciais no Brasil, presentes nos massacres de jovens negra(o)s das periferias, na ausência de acesso à justiça, à educação, à saúde, à moradia, ao mercado de trabalho, dentre outras.

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Reenquadramento de docentes é apreciado no CONSU

Nota sobre a pauta do reenquadramento de docentes provenientes de outras IFES apreciada no CONSU em 13/09/17

Com já é de amplo conhecimento o ingresso dos docentes na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), mesmo provenientes de outras Instituições Federais de Ensino Superior (IFES), ocorre no primeiro nível de vencimento da classe A, sem continuidade na carreira do Magistério Superior. Como trata-se de um plano de carreira comum a todas universidade federais, a Associação dos Docentes da Unifesp (Adunifesp-SSind) defende e reivindica além do reconhecimento e reenquadramento dos docentes na classe, patamar e nível pertinente, que sejam pagos aos docentes todos os valores retroativos referentes à diferença entre os vencimentos do enquadramento na classe que ingressaram e a classe que ocupavam na Instituição Federal de Ensino Superior de origem.

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Nota em solidariedade à mobilização dos estudantes da Unifesp em 22/09

Os docentes da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) reunidos em assembleia no dia 18 de setembro de 2017 declaram seu apoio e solidariedade à mobilização dos estudantes na próxima sexta-feira, 22 de setembro. A Unifesp assim como as demais universidades públicas brasileiras, tem sofrido severos cortes orçamentários comprometendo seu pleno funcionamento, dificultando a manutenção das atividades de ensino, pesquisa e extensão. Os estudantes da Unifesp, formados, segundo estudo socioeconômico da própria instituição, por parcela significativa declarada como parda e preta, e com ensino básico na escola pública, tiveram suas bolsas e auxílios como alimentação e moradia reduzidos por conta dos cortes orçamentários.

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Nota de Repúdio

NOTA DE REPÚDIO AOS ATOS DE CERCEAMENTO DISCRIMINATÓRIO PRATICADOS EM CONCURSO PÚBLICO PARA DOCENTE DO CAMPUS BAIXADA SANTISTA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO

A Associação dos Docentes da Universidade Federal de São Paulo (Adunifesp-SSind) manifesta publicamente seu repúdio aos atos de cerceamento discriminatório denunciados pela candidata Rachel Gouveia de Passos, regularmente inscrita no Concurso Público 675/2016 da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) para o provimento de cargo de Professor Adjunto na área de Ciências Sociais Aplicadas / Serviço Social, realizado no Campus Baixada Santista nos dias 28, 29 e 30 de novembro de 2016.

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Pelo reenquadramento dos docentes provenientes de outras universidades federais

O ingresso dos docentes na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), mesmo provenientes de outras Instituições Federais de Ensino Superior, ocorre no primeiro nível de vencimento da classe A, sem continuidade na carreira do Magistério Superior.

Como trata-se de um plano de carreira comum a todas universidade federais, a Associação dos Docentes da Unifesp (Adunifesp-SSind) defende e reivindica além do reconhecimento e reenquadramento dos docentes na classe, patamar e nível pertinente, que sejam pagos aos docentes todos os valores retroativos referentes à diferença entre os vencimentos do enquadramento na classe que ingressaram e a classe que ocupavam na Instituição Federal de Ensino Superior de origem.

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Moção das Entidades da Unifesp em repúdio à participação truculenta da Polícia Militar na Audiência Pública no campus Baixada Santista

As entidades representantes das categorias da Unifesp – Associação dos Docentes (Adunifesp), Sindicato dos Trabalhadores (Sintunifesp), Associação dos Pós-Graduandos (APG-Unifesp) e Comitê de Mobilização dos Estudantes – vêm a público manifestar-se em repúdio à participação truculenta da Polícia Militar durante a Audiência Pública convocada pelo Conselho Estadual da Condição Humana para discutir o texto do Plano Estadual de Educação em Direitos Humanos de São Paulo em 11 de agosto de 2017.

Depois de perderem uma proposta, militares agrediram verbalmente professores e estudantes. Nas votações subsequentes, intimidaram-nos fazendo pessoalmente a contagem dos votos e filmando, fotografando e olhando de modo ameaçador cada um que votava contra a posição deles.

Nesse sentido solicitamos uma posição da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo, bem como uma apuração e providências pela Corregedoria do Estado de São Paulo e Ouvidoria da Polícia Militar sobre a natureza da participação dos membros da polícia militar na referida audiência.

Entidades da Unifesp reunidas em Plenária Comunitária no dia 16/08/2017

Moção das Entidades da Unifesp em defesa do Hospital São Paulo

As entidades representantes das categorias da Unifesp – Associação dos Docentes (Adunifesp), Sindicato dos Trabalhadores (Sintunifesp), Associação dos Pós-Graduandos (APG-Unifesp) e Comitê de Mobilização dos Estudantes – vêm a público manifestar-se em defesa do Hospital São Paulo, com as pauta de retomada imediata e permanente do repasse da verba do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (REHUF) e a ampliação do orçamento destinado ao Sistema Único de Saúde (SUS).

Entendemos que o repasse do Ministério da Educação anunciado no dia 15 de agosto de 2017 de R$ 10,8 milhões como compensação financeira pela suspensão das verbas do REHUF não alteram significativamente o quadro de insuficiência orçamentária crônica do HSP (dívida chega a R$ 120,00 milhões), muito menos indica qualquer reversão no quadro de ataques ao serviço público da saúde. Os problemas se acumulam e se estendem por todas as dimensões do hospital prejudicando desde o atendimento ao público, às condições de trabalho dos servidores e celetistas, assim como de ensino e pesquisa dos residentes.

Nesse sentido reforçamos a defesa do Hospital São Paulo e do serviço público de saúde.

Entidades da Unifesp reunidas em Plenária Comunitária no dia 16/08/2017

Moção das Entidades da Unifesp em repúdio à proposta de alteração do Projeto da UNILA

As entidades representantes das categorias da Unifesp – Associação dos Docentes (Adunifesp), Sindicato dos Trabalhadores (Sintunifesp), Associação dos Pós-Graduandos (APG-Unifesp) e Comitê de Mobilização dos Estudantes – vêm a público manifestar-se em repúdio à emenda aditiva n. 55 à MP 785/2017, proposta pelo deputado Sérgio Souza (PMDB/PR), por ferir a autonomia universitária assegurada pela LDB e pela Constituição Federal, ao impor total alteração do projeto e missão da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA), com sede em Foz do Iguaçu (PR).

A UNILA foi criada pela lei Lei 12.189/10 aprovada por unanimidade no congresso Nacional, “tendo como missão institucional específica formar recursos humanos aptos a contribuir com a integração latino-americana, com o desenvolvimento regional e com o intercâmbio cultural, científico e educacional da América Latina, especialmente no Mercado Comum do Sul – MERCOSUL”.

A Emenda Aditiva representa forte afronta ao Estado Democrático de Direito, agravada pelo subterfúgio de escamotear a extinção de uma universidade numa Medida Provisória que trata de tema de natureza absolutamente distinta – no caso, o Fundo de Financiamento Estudantil (FIES).

Nesse sentido reforçamos o repúdio à emenda aditiva que ataca o projeto da UNILA e manifestamos completo apoio à universidade, seu projeto e identidade.

Entidades da Unifesp reunidas em Plenária Comunitária no dia 16/08/2017

Plenária Comunitária da Unifesp: R$10 milhões não resolvem os problemas do HSP!

As entidades representantes das categorias da Unifesp – Associação dos Docentes (Adunifesp), Sindicato dos Trabalhadores (Sintunifesp), Associação dos Pós-Graduandos (APG-Unifesp) e Comitê de Mobilização dos Estudantes –, reuniram-se em plenária comunitária nessa quarta-feira dia 16 de agosto de 2017 para discutir a crise do Hospital São Paulo (HSP) no âmbito local e os ataques aos serviços públicos como educação e saúde no âmbito nacional. Compartilhando as especificidades de cada categoria e buscando a construção da luta conjunta afirmaram a insuficiência dos R$10,8 milhões repassados pelo Ministério da Educação à Unifesp para auxílio dos serviços do HSP, decidindo pela manutenção da mobilização em defesa do hospital, exigindo a retomada imediata do repasse em definitivo e permanente da verba do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (REHUF) e a ampliação do orçamento destinado ao Sistema Único de Saúde (SUS).

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NOTA DE REPÚDIO DIANTE DO OCORRIDO NO CAMPUS BAIXADA SANTISTA

Manifestamos nosso mais profundo repúdio ao que ocorreu na Universidade Federal de São Paulo, Campus Baixada Santista, na noite de 11 de agosto de 2017, durante a Audiência Pública convocada pelo Conselho Estadual da Condição Humana para discutir o texto do Plano Estadual de Educação em Direitos Humanos de São Paulo.

Desde às 18h o campus foi ocupado por policiais, muitos fardados e inicialmente armados (foi exigido que guardassem as armas). A calçada do portão principal ficou abarrotada de viaturas da Polícia Militar. A comunidade acadêmica que ali se encontrava para as atividades diárias tinha pouca informação a respeito e ficou estarrecida quando soube que se tratava de uma audiência em que seriam definidos os rumos da educação em direitos humanos e, mais ainda, quando compreendeu que os policiais militares (que a esta altura chegavam a quase cem) defendiam a proposta de eliminar conteúdos fundamentais à educação pública. Estes bradavam por “direitos humanos aos humanos direitos”, “mudar a nomenclatura Ditadura Militar de 1964 para Revolução de 1964”, “retirar a discussão de gênero nas escolas”, etc.

 

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