Arquivo da categoria: Campanhas

PLP 257: UM ATAQUE DIRETO AOS SERVIDORES E À UNIVERSIDADE PÚBLICA

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CALENDÁRIO DE MOBILIZAÇÃO DOS DOCENTES DA UNIFESP

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ATO CONJUNTO 17/JUN

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Ato conjunto, mobilizando as categorias docente, TAEs e
estudantes, contra a PL4330 da terceirização, contra o ajuste fiscal e
cortes orçamentários na educação e pelo respeito às deliberações do
Congresso da UNIFESP, paridade já!

Concentração em frente ao HSP, rua
Napoleão de Barros, as 8h para caminhada até a reitoria.

Adunifesp-Ssind

Docentes de todo o país vão às ruas nesta sexta (30)

campanha_conlutas_post30-08-2013

Nesta sexta-feira (30), docentes de todo o país juntam-se aos trabalhadores de outras categorias às ruas para exigir mudanças na atual política adotada pelo governo, que retira cada vez mais direitos dos trabalhadores e não garante à população o acesso a serviços de qualidade na saúde, educação e transporte, entre outros. As manifestações programadas para esta sexta integram o Dia Nacional de Paralisações chamado pela CSP-Conlutas e mais sete centrais Sindicais e estão previstas para ocorrer, em ao menos 17 estados brasileiros, além do Distrito Federal.

Até o momento, mais de trinta seções sindicais do ANDES-SN já anunciaram a decisão de aderir à paralisação. No Rio Grande do Sul, Paraná, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Minas Gerais, São Paulo, Bahia, Alagoas, Sergipe, Pernambuco, Paraíba, Ceará, Piauí, Pará, Distrito Federal, professores de Instituições Federais de Ensino e Universidades Estaduais irão realizar manifestações, várias organizadas em conjunto com entidades sindicais parceiras.

Na pauta de reivindicações está a melhoria da qualidade e diminuição do preço dos transportes coletivos; 10% do PIB para a educação e 10% do orçamento para a saúde pública; redução da jornada de trabalho e o arquivamento do chamado “PL das terceirizações” (PL 4330), entre outros.

Confira os eixos da pauta unificada proposta pelas Centrais:
– redução do preço e melhor a qualidade dos transportes coletivos;
– mais investimentos na saúde e na educação pública;
– fim do fator previdenciário e aumento das aposentadorias;
– redução da jornada de trabalho;
– Salário igual para trabalho igual, combatendo a discriminação da mulher no trabalho;
– fim dos leilões das reservas de petróleo;
– contra o PL 4330, da terceirização;
– Reforma Agrária.

Fonte: ANDES-SN

6 de agosto: trabalhadores vão às ruas contra avanço da terceirização no Brasil

A CSP-Conlutas, junto com as demais centrais sindicais do país – CUT, a CTB, a UGT, a NCST, a CSB -, promove nesta terça-feira (6) um Dia Nacional contra o Projeto de Lei 4330/2004. Apresentado pelo deputado federal Sandro Mabel (PL/GO), o PL 4330 abre caminho para ampliar e consolidar a terceirização, em larga escala, em todos os setores da classe trabalhadora no Brasil.

A mobilização do dia 6 de agosto integra o calendário de lutas para o segundo semestre do ANDES-SN, aprovado no 58º Conad, e o Sindicato Nacional chama todos os docentes a fortalecer a luta, participando das atividades em suas cidades.

O PL4330/2004 é conhecido como o “PL das Terceirizações”, porque visa regulamentar a prestação de serviço, via subcontratação. Desta forma, apresenta uma ameaça aos empregos e direitos dos trabalhadores, pois acaba com os limites hoje existentes para a terceirização de mão de obra.

Segundo dados da CSP-Conlutas, atualmente o Brasil tem cerca de 10 milhões de trabalhadores terceirizados, o equivalente a 31% dos 33,9 milhões de trabalhadores com carteira assinada no país. Com esse projeto aprovado, a tendência é esse número avançar sobre o trabalho celetista e sobre direitos históricos da classe trabalhadora brasileira.

Porque lutar contra o PL 4330?

Caso o projeto vire lei, o profissional do setor público não precisará mais passar por concursos; a empresa terceirizada ainda poderá contratar outras empresas, ou seja, a quarteirização também será permitida; haverá redução de salário e outros prejuízos para os trabalhadores.

Além dos impactos já citados, o trabalhador terceirizado ficará a mercê das empresas – que poderão reduzir o salário do empregado – se comparado ao valor pago pelo contratado direto; aumentar o número de horas da jornada semanal e diminuição do tempo de serviço. Outra observação é que em cada 10 acidentes de trabalho, oito acontecem entre os trabalhadores terceirizados.

De acordo com um estudo do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e da CUT, o trabalhador terceirizado fica 2,6 anos a menos no emprego, tem uma jornada de três horas semanais a mais e ganha 27% a menos do que o trabalhador contratado pela CLT. Confira a íntegra do PL 4330/2004.

Agosto de lutas

Além da mobilização no dia 6 de agosto, com pauta específica de luta contra o PL 4330/2004, o 58º Conad aprovou também a participação dos docentes filiados ao ANDES-SN no Dia Nacional de Paralisação, definido pelas centrais sindicais para 30 de agosto.

O Sindicato Nacional já enviou circular às Seções Sindicais chamando os docentes à mobilização e indicando às seções sindicais a realização de assembleias gerais “para que estabeleçam, de acordo com suas deliberações, a participação e as atividades a serem preparadas para os dias 6 e 30 de agosto”.

“Nesse momento é fundamental que cumpramos nosso papel, sem atropelar as nossas formas organizativas democráticas pela base, para ampliar e fortalecer a participação dos docentes nas ações orientadas pelo Sindicato Nacional e pela nossa central – CSP Conlutas”, ressalta a circular 128/2013 encaminhada pelo ANDES-SN.

Marinalva Oliveira, presidente da entidade, ressalta a importância dos docentes participarem da organização dos atos em suas cidades, junto às demais entidades representativas dos trabalhadores.

“Precisamos fortalecer a mobilização no dia 6, que traz como pauta uma das nossas bandeiras históricas, que é a luta contra a terceirização dos serviços em todos os setores, para realizar mais um grande dia nacional de paralisação, em 30 de agosto”, destaca a presidente do ANDES-SN.

Confira os eixos da pauta unificada proposta pelas Centrais para 30 de agosto:
– redução do preço e melhor a qualidade dos transportes coletivos;
– mais investimentos na saúde e na educação pública;
– fim do fator previdenciário e aumento das aposentadorias;
– redução da jornada de trabalho;
– Salário igual para trabalho igual, combatendo a discriminação da mulher no trabalho;
– fim dos leilões das reservas de petróleo;
– contra o PL 4330, da terceirização;
– Reforma Agrária.

*Com informações da CSP-Conlutas

Fonte: ANDES-SN

Nova gestão assume com responsabilidade de fortalecer Adunifesp após greve

Uma cerimônia breve, mas bastante representativa marcou a posse da nova diretoria da Adunifesp-SSind. A nova gestão comandará a entidade no biênio 2013-2015 e assume com a responsabilidade de fortalecer o movimento docente após a longa greve que marcou as universidades federais em 2012. As reivindicações principais da paralisação, como a reestruturação da carreira, não foram conquistadas, mas o movimento docente mostrou sua capacidade de organização e mobilização em todo país. A cerimônia ocorreu na última segunda-feira, 27, no anfiteatro Leitão da Cunha, do campus São Paulo.

A professora Virginia Junqueira, agora vice-presidente, iniciou a cerimônia fazendo uma breve avaliação da diretoria que finda. Ela lembrou que foi a primeira docente dos novos campi a presidir a Adunifesp e disse que a gestão foi marcada por mudanças nas relações de poder dentro da Instituição, com a afirmação dos destes campi da universidade.

“Até 2012, ano da greve, os seis campi ainda se conheciam pouco. Este movimento fez com que pudéssemos nos conhecer melhor e conhecer esta nova condição da Unifesp. A diretoria que assume é fruto deste movimento, que se articulou durante a greve, quando nos ‘apropriamos’ desta nova Unifesp”, afirmou.

O novo presidente da Adunifesp e docente do campus de Diadema, Raul Bonne Hernandez, baseou seu discurso de posse nos principais desafios da gestão. O professor iniciou afirmando a importância de ampliar e aprofundar o debate político da indissociabilidade de ensino, pesquisa e extensão para a concretização da educação superior pública.

Raul destacou também a necessidade de ampliar a relação do sindicato com a categoria, buscando associações principalmente entre os novos docentes. Além disso, ele afirmou a necessidade de criar mais mecanismos para unificar os setores da universidade e de integração entre os diferentes campi. “A greve foi um primeiro ‘exercício’, mas é preciso ampliar este movimento”, disse.

A diretora do ANDES-SN e professora da Unifesp, Ana Maria Estevão, saudou a nova gestão e lembrou que o Sindicato Nacional lançou em seu último congresso uma campanha de filiação para atrair novos docentes às Seções Sindicais. O congresso – realizado no final de março no Rio de Janeiro – foi o segundo mais representativo da história do ANDES-SN e contou com uma grande presença de novos professores.

A reitora Soraya Smaili fez uma saudação especial à nova gestão. A reitora disse sentir muito orgulho de ter sido presidente da Adunifesp entre 2001 e 2003 e diretora em outras gestões, lembrando ter sido fundamental em sua formação. Ela resgatou a trajetória da entidade, que em breve completará 40 anos, e a importância de seus dirigentes na construção de uma Unifesp pública, autônoma, democrática, laica e socialmente referenciada. “A Adunifesp certamente terá um papel protagonista no atual momento da Unifesp”, afirmou.

A cerimônia ainda contou com as saudações da diretora do Sintunifesp, Socorro Limeira; da vice-diretora do campus Guarulhos, Marineide Gomes; do diretor do campus Osasco, Murilo Leal; e da representante da Adusp, Lighia Matsushigue. Além disso, alguns Pró-Reitores da Unifesp também marcaram presença e os novos diretores da Adunifesp foram devidamente apresentados. A nova gestão da entidade, “Autonomia e Democracia”, foi eleita nos dias 25, 26 e 29 de abril.

Conselho de Entidades da Unifesp organiza debate e plebiscito sobre a EBSERH

Diversas entidades e movimentos sociais das áreas de saúde e educação realizam desde 3 de abril um Plebiscito Nacional sobre a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH). O Conselho de Entidades promove a atividade na Unifesp e no Hospital São Paulo. Um debate sobre o tema acontecerá no dia 11 de abril, quinta-feira, às 12 horas, no auditório Jandira Masur, campus São Paulo. As urnas ficarão abertas entre os dias 11 e 15 deste mês. Os locais de votação serão o térreo do Hospital São Paulo e as sedes da Adunifesp e do Situnifesp. Confira abaixo o panfleto do Conselho de Entidades e os materiais do Plebiscito aqui.

PARTICIPE DO PLEBISCITO NACIONAL SOBRE A EMPRESA BRASILEIRA DE SERVIÇOS HOSPITALARES (EBSERH)

A saúde é direito de todos e um dever do Estado. Com muita luta a sociedade brasileira conseguiu aprovar na Constituição Federal o Sistema Único de Saúde (SUS). Contudo ainda não foi conquistada a efetiva implementação de um SUS que garanta o pleno acesso a uma saúde 100% pública, gratuita, universal e de qualidade.

Os Hospitais Universitários (HUs) são fundamentais para a formação com qualidade dos profissionais da saúde, sendo também responsáveis por grande parte do atendimento do SUS. Estes mesmos hospitais tem sofrido um processo continuado de precarização das relações de trabalho e a falta de financiamento público. O governo federal diante da crise instalada nos HUs aponta como solução a criação da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH) vinculada ao MEC para administrar esses hospitais. Acontece que tal iniciativa intensificará ainda mais o processo de privatização nos HUs, implementando uma lógica produtivista e de mercado em sua administração.

Reagindo a tal proposta do governo, diversas entidades e movimentos sociais decidiram mobilizar as universidades federais e a população usuária do SUS para expressar sua opinião sobre a questão. Entre os dias 2 e 15 de abril, todas e todos poderão participar de um Plebiscito Nacional a respeito da adesão dos HUs à EBSERH.

O plebiscito reúne diversos setores das áreas de saúde e educação críticos à EBSERH como ANDES-SN, Fasubra, seis executivas de curso, Fenasps e Frente Nacional Contra a Privatização do SUS. A iniciativa na Unifesp é do Conselho de Entidades, que organizará as urnas e um debate sobre o tema no dia 11 de abril, às 12 horas, no anfiteatro Jandira Masur, campus São Paulo.

Plebiscito Nacional sobre a EBSERH: 2 a 15 de abril nas Ifes e seus HUs
Conselho de Entidades (Adunifesp, APG, DCE e Sintunifesp)

ANDES-SN apresenta Campanha de Filiação 2013 e nova logomarca

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Durante a abertura do 32º Congresso, o ANDES-SN apresentou uma nova campanha de comunicação para ampliação das filiações. Com o mote “formiga”, a campanha convida cada um a construir o Sindicato da categoria. Uma nova logomarca para o Sindicato, mais limpa e moderna, também foi apresentada, integrando de maneira mais clara a filiação à CSP-Conlutas.

De acordo com o 1º vice-presidente da entidade, Luiz Henrique Schuch, a campanha levará nove meses, com envio gradual de materiais que podem ser reproduzidos ou adaptados, localmente, pela seções sindicais.

“As experiências de luta mais recentes reascenderam entre os professores a percepção de sua identidade enquanto categoria, para defender a universidade pública reforçando o sentido de sua participação no sindicato, o ANDES-SN”, explica Schuch.

Segundo ele, é nesse movimento que se insere a campanha de sindicalização de 2013, que e tem como público alvo o conjunto dos professores das Instituições de Ensino Superior. “Buscamos uma linguagem leve e direta, sem secundarizar o conteúdo. É um chamamento à participação com protagonismo e democrático”, completa.

O 1º vice-presidente do ANDES-SN lembra que será necessária um grande engajamento das seções sindicais para o sucesso da campanha. “Como é uma campanha gradual, é necessário que todas as seções sindicais abracem a ideia e participem ativamente, dando ampla divulgação às peças que serão distribuídas”, comenta. Ele ressaltou a necessidade de que a campanha siga nacionalmente a mesma cadência para ter maior eficácia.

Junto com o material da campanha será enviado um roteiro para aplicação da mesma.

* Com colaboração de Elisa Monteiro (Adufrj – SSind).

Fonte: ANDES-SN

Mensagem de Final de Ano

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Ato pela valorização da educação pública em São Paulo reúne universidades federais em greve

Após quase um mês de greve docente nas instituições federais de ensino superior, no último dia 12 finalmente o governo recebeu o ANDES-SN e representantes da categoria para iniciar um processo de negociação. A paralisação nacional começou no dia 17 de maio e já foi deflagrada em mais de 50 das 59 universidades federais do país. Como forma de demonstrar a mobilização nas universidades federais, docentes, estudantes e servidores técnico-administrativos realizaram manifestações em diversas cidades do país, inclusive em Brasília, em frente ao Ministério do Planejamento.

Em São Paulo, um ato pela valorização da educação pública unificou representantes da Unifesp, UFABC e UFSCAR. Cerca de 800 pessoas se concentraram em frente à Bolsa de Valores da capital paulista e caminharam até o Pátio do Colégio, marco inicial da cidade. Lá os docentes da Unifesp realizaram uma rápida assembleia que referendou a continuidade da greve docente. Os estudantes também estão parados em cinco dos seis campi da Instituição e os servidores técnico-administrativos aprovaram em assembleia realizada esta semana a entrada na greve.

Os representantes do Ministério do Planejamento iniciaram a reunião pedindo a interrupção da greve por 20 dias, para que pudessem preparar uma proposta de reestruturação da carreira aos docentes. Tal proposta foi terminantemente refutada e ficou acertado que no próximo encontro, no dia 19 de junho, o governo iria apresentar um esboço de um novo plano de carreira, a partir do que já foi debatido no Grupo de Trabalho sobre o tema e com uma possibilidade de utilizar como parâmetro o plano de carreira do pessoal do Ministério da Ciência e Tecnologia. O governo não quis se comprometer se o piso e o teto serão os mesmos dos servidores daquele ministério.

Nos últimos dias, assembleias nos campi reafirmaram a greve docente na Unifesp. A próxima assembleia geral acontecerá no dia 22 de junho, uma sexta-feira, três dias após a reunião entre o ANDES-SN e o Ministério do Planejamento. Além disso, plenárias locais acontecem nos campi nos dias 20 e 21 de junho para avaliar os resultados da negociação. Ainda na segunda-feira, dia 18 de junho, a Adunifesp realiza uma palestra sobre financiamento da educação pública com o professor José Marcelino Rezende Pinto, da USP de Ribeirão Preto. O debate acontece no teatro Marcos Lindenberg, do campus São Paulo, das 14 às 17 horas.

Confira as fotos do ato em São Paulo aqui.

Calendário da greve:

– Segunda-feira (18), das 14 às 17 horas, no teatro Marcos Lindemberg, do campus São Paulo
Palestra sobre financiamento da educação com o professor da USP, José Marcelino Rezende Pinto

– Terça-feira (19), às 11 horas, na sede da Adunifesp-SSind.
Reunião do Comando de Greve Unificado da Unifesp

– Quarta-feira (20), às 12 horas, local à confirmar
Assembleia Comunitária de São Paulo para apresentação da pauta local de reivindicações aos diretores do campus

– Quarta e Quinta-feira (20 e 21)
Assembleias locais dos docentes nos campi da Unifesp

– Sexta-feira (22), às 11 horas, Anfiteatro A, do campus São Paulo
Assembleia Geral dos Docentes da Unifesp